Danza del vientre. Sombras del Desierto.

Aprende danza del vientre con un enfoque diferente, cultural y saludable. Bienvenido a Sombras del Desierto. Disfruta!

12/8/09

Dança Oriental Workshops. Lisboa.

Ayda e Zuel virão a Lisboa para ministrar 6 workshops que qualquer amante
da dança oriental não deverá perder, com um total de 12 horas de formação.

SÁBADO (17 de Outubro):
WORKSHOP I: 09h30 - 11h30. Cigana egipcía. Professor: Zuel
WORKSHOP II: 11h30 - 13h30. Bellydance turca. Professora: Ayda
(pausa para almoço)
WORKSHOP III: 15h30 - 17h30. Clássica egípcia. Professor: Zuel
WORKSHOP IV: 17h30 - 19h30. Exótica-moderna egípcia. Professora: Ayda

DOMINGO* (18 de Outubro):
WORKSHOP V: 09h30 – 11h30. Dança com 7 véus. Professora: Ayda
WORKSHOP VI: 11h30 - 13h30. Solo de percussão. Professor: Zuel

* Durante a tarde de Domingo poderá ser feita uma MASTERCLASS de 3 horas de nível avançado
ou profissional, se existir um grupo de pessoas interessadas em ter uma aula especial para
aperfeiçoamento técnico. Professores: Ayda y Zuel.


Nota: Oferta de Cd com a música dos workshops para quem participar em 4 ou mais workshops.


DESCRIÇÃO DOS WORKSHOPS:

WORKSHOP I - Dança Cigana do Egipto.
A dança das Gawazy é uma dança muito expressiva e de sabor primitivo.
Apesar de incluir passos da dança do ventre clássica é muito menos estilizada e de carácter popular e folclórico. É muito alegre e divertida. Conheceremos a sua história, música, instrumentos, vestuário, técnica e a expressividade da dança. Ritmos: Fallahi e Saidi.

WORKSHOP II - Bellydance Turca.
Uma coreografia muito dinâmica influenciada pela força da música zíngara rom e da música oriental, ideal para a apresentação de um espectáculo. Trazer véu, joelheiras ou lenços para colocar nos joelhos, se estes forem sensíveis e saltos altos (opcional).

WORKSHOP III - Clássica egípcia
O Estilo clássico e a expressão: Trabalharemos o tema clássico “Bayt Al Qadi”, com movimentos sensuais, muito femininos e com muita expressão. Ideal para reportório. Técnica e coreografia. Ritmos: Baladi, Malfuf, Ayubi.

WORKSHOP IV - Exótica-Moderna Egípcia.
Com uma música pop egípcia aprenderemos uma divertida e refrescante coreografia de grupo.

WORKSHOP V - Dança com 7 Véus.
Aprende todos os truques para dançar de uma forma misteriosa e artisticamente sensual com esta fantasia orientalista. Trazer de preferência uma saia rodada e 7 véus de diferentes medidas (2 do tamanho dos véus de dança, 2 um pouco mais pequenos e 3 do tipo “foulard”)

WORKSHOP VI - Solo de Percussão.
Estilo clássico egípcio. Uma coreografia de “tabla” muito expressiva com muita força e energia.
Trabalharemos a técnica, a atitude em palco e a dignidade da bailarina.

LOCALIZAÇÃO:
Academia Dançarte
Rua Professor Simões Raposo, 8 A (Telheiras - Parque dos Príncipes)
1600-662 Lisboa
GPS
38°45'38.78"N
9°10'24.23"O


PREÇOS:
1 workshop (2 horas) 29€
2 workshops (4 horas) 49€
3 workshops (6 horas) 69€
4 workshops (8 horas) 89€ + oferta de cd
5 workshops (10 horas) 99€ + oferta de cd
6 workshops (12 horas) 109€ + cd + oferta de t-shirt

ATENÇÃO: Desconto de 10% para pagamentos efectuados até ao dia 15 de Setembro!


INSCRIÇÕES:
info@telmajamila.com ou 966 784 067.

www.telmajamila.com

3/8/09

Poesía oriental en movimiento

Poesía oriental en movimiento

Bailarín de danza del vientre, Ignacio Velarde González, más conocido profesionalmente como Zuel, lleva bailando desde su juventud. Además de ballet, estudió arte dramático y ahora, entre otros proyectos, imparte cursos de expresión para bailarines

IRINA CORTÉS | ACTUALIZADO 03.08.2009 - 05:03

"Primero la danza oriental me dio la vida y ahora me da también de comer", explica este joven sevillano. Zuel es el nombre artístico de Ignacio Velarde, aunque ya casi nadie lo llama así. Actor y bailarín se formó en distintas disciplinas hasta dar con la danza oriental. Su relación con este mundo comenzó de casualidad al realizar un curso, sin embargo, pronto quedó prendado de este baile rodeado de mitos. Las raíces de esta danza se encuentran en Egipto, aunque se baila en todos los países árabes. "Allí bailar es algo cotidiano, es parte de su cultura, de su forma de vida, tiene que ver con su alegría de vivir que expresan con el baile", explica. Sin embargo, aunque el baile sea algo normal en esos territorios es una expresión cotidiana pero privada, por lo que bailar sobre un escenario está mal considerado. Otro de los falsos mitos que recae sobre esta danza es que se trata de una cosa de mujeres. "Es la visión romántica que se tiene en Occidente, lo que hace que se crea que es sólo para mujeres. Es un mito que se trata de un baile para conquistar al marido o sólo para seducir", puntualiza. En España cada vez más hombres se acercan a esta danza sin prejuicios y con ganas de aprender, por eso uno de los proyectos que quisiera realizar Zuel es formar un pequeño grupo de baile sólo con hombres. El baile oriental ofrece beneficios tanto físicos como psicológicos pues libera el estrés y hace olvidar los problemas del día a día. "Ahora, además de bailar, disfruto mucho impartiendo clases, siento una gran satisfacción al ver a los alumnos con alegría en los ojos".
Fuente: Diario de Sevilla.http://www.diariodesevilla.es/article/sevilla/484863/poesia/oriental/movimiento.html